Aplicamos o Tabular Viva OS™ a demonstrações financeiras públicas e mapeamos a erosão operacional invisível em grandes empresas brasileiras. Dados reais, taxas-piso peer-reviewed, empresas não identificadas.
Uma gigante com R$ 5,8B em faturamento, auditada por Big Four, rating AAA — e uma margem que oscilava 8pp de trimestre a trimestre sem explicação.
Um dos maiores bancos do país fechou o ano com o melhor índice de eficiência da história — e ainda perdia ~R$ 5 bi/ano em atrito invisível à métrica.
ROIC de 34%, margem EBITDA de 22%, presente em 135 países. Mesmo nesse patamar, ~R$ 1,1 bi/ano de erosão não aparecia em nenhuma linha do resultado.
Em 15 minutos você tem o diagnóstico completo — erosão em reais, score psicossocial, projeção de inércia e ROI da intervenção, com a mesma metodologia destes casos.